Diego nasceu e mora em Salvador. Sua jornada artística é uma exploração contínua dos contextos do Eu, da impermanência e da beleza encontrada nos ciclos da vida. Faz uso de diversas linguagens como a poesia, a música e a fotografia. Através da fotografia, busca enfrentar medos e celebrar a quietude e a reflexão, encontrando na imperfeição e do efêmero, uma forma de amar o fim. Deste interesse surge a pesquisa da Impermanência retratada na filosofia japonesa Wabi-sabi. Seu trabalho documenta a vida em transformação e mudança, seja no registro documental de shows locais, no registro da infância em movimento ou na introspecção de retratos de outros artistas — uma forma de entender e renovar seu próprio processo criativo. A fotografia se cruza com a música e a poesia, formando uma tríade que reflete a sua visão de mundo.

